domingo, 23 de março de 2014

Texto reflexivo sobre PS

Texto reflexivo  sobre PS(pessoa com surdez)

O primeiro esboço de uma possível educação para as pessoas com surdez,ocorreu no fim da Idade Média,pois anteriormente,como já considerava Aristóteles, a linguagem era o que dava ao homem a condição de humano. Sem linguagem, a pessoa era considerada não humana, visto que só por meio da linguagem poderia desenvolver as faculdades intelectuais. Nesse entendimento, as pessoas com surdez eram consideradas como incapazes de gerenciar seus atos.
Já naquela época encontraram vários trabalhos sobre este assunto onde pessoas humanas afirmavam que  ,sim era possível  estas pessoas aprenderem a ler e a escreva ,porém de forma diferente da habitual. Seria necessário encontrar meios e caminhos que possibilitassem esta integração. Vários países desenvolveram trabalhos para compreensão das PS, ao mundo em que conviviam.
E possível percebermos os avanços existentes nas discussões e ações educacionais em favor da educação das pessoas com surdez. Porém, nos últimos anos em várias partes do mundo ,iniciativas radicais e extremistas, ora centrado numa filosofia ora em outra, tem prejudicado o avanço natural e crescente do processo educacional desses cidadãos.
A Educação das pessoas com surdez, no Brasil ,reporta-nos á fundação do Instituto Nacional de Educação de Surdos,  no Rio de Janeiro, criada com o apoio de D. Pedro  II em 1857.Pressupõe-se que todo  o trabalho educacional desse Instituto tenha iniciado com a combinação do método oral e da Lingua de Sinais, visto que os antecedentes curriculares dos surdo francês Eduard Huet, um dos primeiros colaboradores desse Instituto, tinha a influência de Clere, conforme assinala (Rocha,1997).
Ao longo de todo processo vários experimentos foram feitos, estudos ,buscas de novos conhecimentos para compreender o trabalho a ser realizado junto as pessoas com surdez. Em tempos atuais percebemos o avanço dado a esta questão, necessitando aprimorar muitos fatores relevantes que fazem a integração destas pessoas ao meio social.     
A nova politica de educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária ,certamente, não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais. Por mais que as politicas estejam já definidas, muitas questões e desafios ainda estão para ser discutidos ,muitas propostas, principalmente no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases epistemológicas precisam ficar mais claras, para assim as práticas de ensino  e aprendizagem na escola comum pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a educação de pessoas com surdez. Acreditam muito na nova Política Nacional de Educação Especial, numa perspectiva inclusiva. A intenção é interpretar a pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno, como ser humano capaz de aprender. Apesar da surdez não o impede de aprender assim como os  outros alunos. Os processos perceptivos ,linguísticos e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimuladas e desenvolvidas, tornando-os sujeitos capazes e produtivos  e constituídos de várias linguagens. Em busca de toda compreensão se torna legítimo a construção do AEE. para pessoa com surdez, pois tem como função organizar o trabalho complementar para a classe comum, com vistas à autonomia social, afetiva ,cognitiva e linguística da pessoa com surdez na escola e fora dela.Considera a obrigatoriedade dos dispositivos legais que determinam o direito de uma educação bilíngue,em que libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas de instrução no desenvolvimento d todo o processo educativo.

Bibliográfia:
Educação Escolar da Pessoa com surdez:uma rápida contextualização histórica.Mirene Ferreira Macedo  Damázio.
A proposta bilíngue de Educação do Surdo.Lorena Kozlowski




 Texto reflexivo  sobre PS(pessoa com surdez)

O primeiro esboço de uma possível educação para as pessoas com surdez,ocorreu no fim da Idade Média,pois anteriormente,como já considerava Aristóteles, a linguagem era o que dava ao homem a condição de humano. Sem linguagem, a pessoa era considerada não humana, visto que só por meio da linguagem poderia desenvolver as faculdades intelectuais. Nesse entendimento, as pessoas com surdez eram consideradas como incapazes de gerenciar seus atos.
Já naquela época encontraram vários trabalhos sobre este assunto onde pessoas humanas afirmavam que  ,sim era possível  estas pessoas aprenderem a ler e a escreva ,porém de forma diferente da habitual. Seria necessário encontrar meios e caminhos que possibilitassem esta integração. Vários países desenvolveram trabalhos para compreensão das PS, ao mundo em que conviviam.
E possível percebermos os avanços existentes nas discussões e ações educacionais em favor da educação das pessoas com surdez. Porém, nos últimos anos em várias partes do mundo ,iniciativas radicais e extremistas, ora centrado numa filosofia ora em outra, tem prejudicado o avanço natural e crescente do processo educacional desses cidadãos.
A Educação das pessoas com surdez, no Brasil ,reporta-nos á fundação do Instituto Nacional de Educação de Surdos,  no Rio de Janeiro, criada com o apoio de D. Pedro  II em 1857.Pressupõe-se que todo  o trabalho educacional desse Instituto tenha iniciado com a combinação do método oral e da Lingua de Sinais, visto que os antecedentes curriculares dos surdo francês Eduard Huet, um dos primeiros colaboradores desse Instituto, tinha a influência de Clere, conforme assinala (Rocha,1997).
Ao longo de todo processo vários experimentos foram feitos, estudos ,buscas de novos conhecimentos para compreender o trabalho a ser realizado junto as pessoas com surdez. Em tempos atuais percebemos o avanço dado a esta questão, necessitando aprimorar muitos fatores relevantes que fazem a integração destas pessoas ao meio social.     
A nova politica de educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária ,certamente, não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais. Por mais que as politicas estejam já definidas, muitas questões e desafios ainda estão para ser discutidos ,muitas propostas, principalmente no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases epistemológicas precisam ficar mais claras, para assim as práticas de ensino  e aprendizagem na escola comum pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a educação de pessoas com surdez. Acreditam muito na nova Política Nacional de Educação Especial, numa perspectiva inclusiva. A intenção é interpretar a pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno, como ser humano capaz de aprender. Apesar da surdez não o impede de aprender assim como os  outros alunos. Os processos perceptivos ,linguísticos e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimuladas e desenvolvidas, tornando-os sujeitos capazes e produtivos  e constituídos de várias linguagens. Em busca de toda compreensão se torna legítimo a construção do AEE. para pessoa com surdez, pois tem como função organizar o trabalho complementar para a classe comum, com vistas à autonomia social, afetiva ,cognitiva e linguística da pessoa com surdez na escola e fora dela.Considera a obrigatoriedade dos dispositivos legais que determinam o direito de uma educação bilíngue,em que libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas de instrução no desenvolvimento d todo o processo educativo.

Bibliográfia:
Educação Escolar da Pessoa com surdez:uma rápida contextualização histórica.Mirene Ferreira Macedo  Damázio.
A proposta bilíngue de Educação do Surdo.Lorena Kozlowski