Texto
reflexivo sobre PS(pessoa com surdez)
O primeiro esboço de uma
possível educação para as pessoas com surdez,ocorreu no fim da Idade Média,pois
anteriormente,como já considerava Aristóteles, a linguagem era o que dava ao
homem a condição de humano. Sem linguagem, a pessoa era considerada não humana,
visto que só por meio da linguagem poderia desenvolver as faculdades
intelectuais. Nesse entendimento, as pessoas com surdez eram consideradas como
incapazes de gerenciar seus atos.
Já naquela época
encontraram vários trabalhos sobre este assunto onde pessoas humanas afirmavam
que ,sim era possível estas pessoas aprenderem a ler e a escreva
,porém de forma diferente da habitual. Seria necessário encontrar meios e
caminhos que possibilitassem esta integração. Vários países desenvolveram
trabalhos para compreensão das PS, ao mundo em que conviviam.
E possível percebermos os
avanços existentes nas discussões e ações educacionais em favor da educação das
pessoas com surdez. Porém, nos últimos anos em várias partes do mundo ,iniciativas
radicais e extremistas, ora centrado numa filosofia ora em outra, tem
prejudicado o avanço natural e crescente do processo educacional desses
cidadãos.
A Educação das pessoas com
surdez, no Brasil ,reporta-nos á fundação do Instituto Nacional de Educação de
Surdos, no Rio de Janeiro, criada com o
apoio de D. Pedro II em
1857.Pressupõe-se que todo o trabalho
educacional desse Instituto tenha iniciado com a combinação do método oral e da
Lingua de Sinais, visto que os antecedentes curriculares dos surdo francês
Eduard Huet, um dos primeiros colaboradores desse Instituto, tinha a influência
de Clere, conforme assinala (Rocha,1997).
Ao longo de todo processo
vários experimentos foram feitos, estudos ,buscas de novos conhecimentos para
compreender o trabalho a ser realizado junto as pessoas com surdez. Em tempos
atuais percebemos o avanço dado a esta questão, necessitando aprimorar muitos
fatores relevantes que fazem a integração destas pessoas ao meio social.
A nova politica de
educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma
visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária ,certamente,
não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva
de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste
ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente
para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas
sociais/institucionais. Por mais que as politicas estejam já definidas, muitas
questões e desafios ainda estão para ser discutidos ,muitas propostas, principalmente
no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases
epistemológicas precisam ficar mais claras, para assim as práticas de
ensino e aprendizagem na escola comum
pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a
educação de pessoas com surdez. Acreditam muito na nova Política Nacional de
Educação Especial, numa perspectiva inclusiva. A intenção é interpretar a
pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno, como ser humano capaz de
aprender. Apesar da surdez não o impede de aprender assim como os outros alunos. Os processos perceptivos ,linguísticos
e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimuladas e desenvolvidas, tornando-os
sujeitos capazes e produtivos e constituídos
de várias linguagens. Em busca de toda compreensão se torna legítimo a
construção do AEE. para pessoa com surdez, pois tem como função organizar o
trabalho complementar para a classe comum, com vistas à autonomia social, afetiva
,cognitiva e linguística da pessoa com surdez na escola e fora dela.Considera a
obrigatoriedade dos dispositivos legais que determinam o direito de uma
educação bilíngue,em que libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas
de instrução no desenvolvimento d todo o processo educativo.
Bibliográfia:
Educação Escolar da Pessoa
com surdez:uma rápida contextualização histórica.Mirene Ferreira Macedo Damázio.
A proposta bilíngue de
Educação do Surdo.Lorena Kozlowski
Texto
reflexivo sobre PS(pessoa com surdez)
O primeiro esboço de uma
possível educação para as pessoas com surdez,ocorreu no fim da Idade Média,pois
anteriormente,como já considerava Aristóteles, a linguagem era o que dava ao
homem a condição de humano. Sem linguagem, a pessoa era considerada não humana,
visto que só por meio da linguagem poderia desenvolver as faculdades
intelectuais. Nesse entendimento, as pessoas com surdez eram consideradas como
incapazes de gerenciar seus atos.
Já naquela época
encontraram vários trabalhos sobre este assunto onde pessoas humanas afirmavam
que ,sim era possível estas pessoas aprenderem a ler e a escreva
,porém de forma diferente da habitual. Seria necessário encontrar meios e
caminhos que possibilitassem esta integração. Vários países desenvolveram
trabalhos para compreensão das PS, ao mundo em que conviviam.
E possível percebermos os
avanços existentes nas discussões e ações educacionais em favor da educação das
pessoas com surdez. Porém, nos últimos anos em várias partes do mundo ,iniciativas
radicais e extremistas, ora centrado numa filosofia ora em outra, tem
prejudicado o avanço natural e crescente do processo educacional desses
cidadãos.
A Educação das pessoas com
surdez, no Brasil ,reporta-nos á fundação do Instituto Nacional de Educação de
Surdos, no Rio de Janeiro, criada com o
apoio de D. Pedro II em
1857.Pressupõe-se que todo o trabalho
educacional desse Instituto tenha iniciado com a combinação do método oral e da
Lingua de Sinais, visto que os antecedentes curriculares dos surdo francês
Eduard Huet, um dos primeiros colaboradores desse Instituto, tinha a influência
de Clere, conforme assinala (Rocha,1997).
Ao longo de todo processo
vários experimentos foram feitos, estudos ,buscas de novos conhecimentos para
compreender o trabalho a ser realizado junto as pessoas com surdez. Em tempos
atuais percebemos o avanço dado a esta questão, necessitando aprimorar muitos
fatores relevantes que fazem a integração destas pessoas ao meio social.
A nova politica de
educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma
visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária ,certamente,
não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva
de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste
ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente
para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas
sociais/institucionais. Por mais que as politicas estejam já definidas, muitas
questões e desafios ainda estão para ser discutidos ,muitas propostas, principalmente
no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases
epistemológicas precisam ficar mais claras, para assim as práticas de
ensino e aprendizagem na escola comum
pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a
educação de pessoas com surdez. Acreditam muito na nova Política Nacional de
Educação Especial, numa perspectiva inclusiva. A intenção é interpretar a
pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno, como ser humano capaz de
aprender. Apesar da surdez não o impede de aprender assim como os outros alunos. Os processos perceptivos ,linguísticos
e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimuladas e desenvolvidas, tornando-os
sujeitos capazes e produtivos e constituídos
de várias linguagens. Em busca de toda compreensão se torna legítimo a
construção do AEE. para pessoa com surdez, pois tem como função organizar o
trabalho complementar para a classe comum, com vistas à autonomia social, afetiva
,cognitiva e linguística da pessoa com surdez na escola e fora dela.Considera a
obrigatoriedade dos dispositivos legais que determinam o direito de uma
educação bilíngue,em que libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas
de instrução no desenvolvimento d todo o processo educativo.
Bibliográfia:
Educação Escolar da Pessoa
com surdez:uma rápida contextualização histórica.Mirene Ferreira Macedo Damázio.
A proposta bilíngue de
Educação do Surdo.Lorena Kozlowski