terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sugestões de atividades lúdicas com crianças com DI

Sugestões de atividades lúdicas com crianças com DI 




 Toda criança necessita brincar. Pois brincar é um momento indispensável saúde física, emocional e intelectual da criança. O brinquedo e os jogos infantis ocupam uma função importante no desenvolvimento, pois são as principais atividades da criança durante a infância. Com a criança deficiente intelectual não é diferente. Embora apresente atrasos em seu desenvolvimento cognitivo e motor, também necessita de atividades lúdicas no seu dia a dia. Talvez até mais do que as outras crianças, por necessitar de muito mais estímulos para desenvolver suas habilidades cognitivas, motoras e sensoriais. Os jogos e brincadeiras para as crianças com deficiência intelectual constituem atividades primárias que trazem grandes benefícios do ponto de vista físico, intelectual e social. De acordo com VYGOTSKY(1998), a arte de brincar pode ajudar a criança com necessidades educativas especiais a desenvolver-se, a comunicar-se com os que a cercam e consigo mesma. Através dos jogos e brincadeiras a criança com deficiência intelectual pode desenvolver a imaginação, a confiança, a auto-estima, o auto-controle e a cooperação. Os jogos e brincadeiras proporcionam o aprender fazendo, o desenvolvimento da linguagem, o senso de companheirismo e a criatividade. Considera-se o jogo como exercício e preparação para a vida adulta. Acriança aprende brincando e assim desenvolve suas potencialidades, pois é um serem desenvolvimento, e cada ato seu, transforma-se em conquistas e motivação. Educar através do lúdico contribui e influencia na formação da criança e do adolescente com deficiência intelectual, favorecendo um crescimento sadio, pois possibilita o exercício da concentração, da atenção e da produção do conhecimento;promovendo ainda, a integração e a inclusão social. Desse modo a criança deficiente intelectual, com a ajuda do brinquedo, terá a possibilidade de relacionar-se melhor com a sociedade na qual ela convive, já que o  brinquedo busca o desenvolvimento cognitivo e oportunidades de crescimento e amadurecimento. Também através do jogo comprova-se a importância dos intercâmbios afetivos e interpessoais das crianças entre elas mesmas ou com os adultos (pais e professores)







































cartões  acabarem .Quando terminarem os cartões as crianças observam o tempo e identificam quais os desenhos que correspondem ao real.

sábado, 5 de outubro de 2013

A Tecnologia Assistiva

                 A Tecnologia  Assistiva 



A Tecnologia  Assistiva é uma área do conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldade funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas.
A atual Política de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva propõe uma nova abordagem teórico -prática  do ensino especial. Para exercer suas funções de acordo com os preceitos dessa nova orientação ,o professor de educação especial volta-se para o conhecimento do aluno .Para isso, ele precisa desenvolver a habilidade de observar e de identificar as possíveis barreiras que limitam ou impedem o aluno de participar ativamente do processo escolar.Precisa também aprender a estabelecer parceiras que o apoiarão no atendimento a esse aluno.
Segundo Mello (1997), a tecnologia é considerada
Assistiva quando é usada para auxiliar no desempenho
funcional de atividades, reduzindo incapacidades para a
realização de atividades da vida diária e da vida prática,
nos diversos domínios do cotidiano. É diferente da
tecnologia reabilitadora, usada, por exemplo, para auxiliar
na recuperação de movimentos diminuídos.
A Tecnologia Assistiva envolve tanto o objeto, ou
seja, a tecnologia concreta (o equipamento ou instrumento), quanto o conhecimento requerido no processo de avaliação, criação, escolha e prescrição, isto é, a tecnologia
teórica. Tem como áreas de aplicação: adaptações para atividades da vida diária; sistemas de comunicação alternativa;
dispositivos para utilização de computadores; unidades de
controle ambiental; adaptações estruturais em ambientes
domésticos, profissionais ou público; adequação da postura sentada; adaptações para déficits visuais e auditivos;
equipamentos para mobilidade; adaptações em veículos.

Recursos Pedagógicos acessíveis

Descrição da figura 1: três fotos de utensílios de auxílio à alimentação e ao preparo de alimentos: 1. Um garfo com faixa em velcro no cabo para fixação da mão. 2. Um prato de comida com anteparo plástico na borda para evitar que a comida caia do prato. 3. um fatiador de pão que fixa o pão para que a ação de cortar aconteça com uma única mão. A faca do fatiador possui uma alça plástica que facilita a preensão.
Figura 1 – Recursos de auxílio à alimentação e ao preparo de alimentos.


Facilitar a preensão para a utilização de caneta, lápis, pincel, escova para dentes, colher, garfo, faca, etc        A adaptação manual ou engrossador, é umas das tecnologias assistiva mais comuns e utilizadas entre deficientes físicos, pois facilita o manuseio dos mais variados tipos de objetos.

Nas imagens acima, podemos ver algumas dessas utilidades e podemos ver que, com criatividade pode-se melhorar a qualidade de vida de pessoas com deficiência física..


 Tesoura adaptada com arame revestido exige o movimento de fechar a mão.
O Facilitador para Escrita, "Aranha Mola", é um receptor de lápis, pincel e caneta. Com a finalidade de auxiliar o usuário nas tarefas mais simples como escrever e pintar, também tem como objetivo reeducar, estabilizar e auxiliar no movimento. Sua principal função é manter atividade controlada da pinça polpa-polpa com realinhamento articular. 
A Sugestão Terapêutica mais indicada é para sequelas de mão hemiplégica, traumatologia (pós-operatório polegar), casos específicos de reeducação da mão. O Facilitador para Escrita, “Aranha Mola”, é indispensável para esses pacientes que necessitam de uma ajuda extra. Prática e eficiente, o Facilitador para Escrita é ideal para os usuários!