quinta-feira, 24 de julho de 2014

Reflexão do texto Modelo dos modelos

Reflexão referente ao texto  O modelo dos modelos
Ao ler o texto ¨O modelo dos modelos ,de Ítalo Calvino, que fala sobre  os modelos da educação ,nós faz refletir  sobre as mudanças que devem ocorrer na educação para que a mesma possa atender com qualidade os propósitos da sociedade de hoje. Se faz necessário a ruptura de paradigmas vigentes, pois mudar a educação significa ter um olhar mais além de fatores que rompem, corrompem uma educação de qualidade.  Transformar é buscar novos caminhos para a educação, novas metodologias, inovações em suas práticas pedagógicas, melhor dizendo. Estar preparado para a inclusão, é abrir as portas para atender todas as demandas de conhecimentos, é vivenciar novos caminhos para o conhecimento. Novas possibilidades de aprender. Compreender que cada ser aprende de forma diferente, conforme suas limitações. Cabe ao professor mudar sua postura para integrar essa nova mudança que apresenta hoje em nossa sociedade. Sociedade que espera uma educação renovada,pois o que ela nos apresenta hoje são desafios de inclusão,integração,reflexão ,ação.
Todos envolvidos com a educação devem  ter esse olhar transformador.
Assim segundo ,Palomar,agora o que desejava era uma grande variedade de modelos transformáveis,para  encontrar um que se faz melhor para uma  realidade de tantas faces .



Reflexão referente ao texto  O modelo dos modelos










Ao ler o texto ¨O modelo dos modelos ,de Italo Calvino, que fala sobre  os modelos da educação ,nós faz refletir  sobre as mudanças que devem ocorrer na educação para que a mesma possa atender com qualidade os propósitos da sociedade de hoje. Se faz necessário a ruptura de paradigmas vigentes, pois mudar a educação significa ter um olhar mais além de fatores que rompem, corrompem uma educação de qualidade.  Transformar é buscar novos caminhos para a educação, novas metodologias, enovações em suas práticas pedagógicas, melhor dizendo. Estar preparado para a inclusão, é abrir as portas para atender todas as demandas de conhecimentos, é vivenciar novos caminhos para o conhecimento. Novas possibilidades de aprender. Compreender que cada ser aprende de forma diferente, conforme suas limitaçãoes. Cabe ao professor mudar sua postura para integrar essa nova mudança que apresenta hoje em nossa sociedade. Sociedade que espera uma educação renovada,pois o que ela nos apresenta hoje são desafios de inclusão,integração,reflexão ,ação.
Todos envolvidos com a educação devem  ter esse olhar transformador.
Assim segundo ,Palomar,agora o que desejava era uma grande variedade de modelos transformáveis,para  encontrar um que se fazmelhor para uma  realidade de tantas faces .



domingo, 8 de junho de 2014

TEA

Autismo

Autismo é um transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais:
* Inabilidade para interagir socialmente;
* Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos;
* Padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
O grau de comprometimento é de intensidade variável: vai desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal e é portador de comportamento agressivo e retardo mental.
Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos e biológicos.
Sintomas
O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:
1) ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;
2) o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;
3) domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.
Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.
Diagnóstico
O diagnóstico é essencialmente clínico. Leva em conta o comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).
Tratamento
Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.
Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas.
Recomendações
* Ter em casa uma pessoa com formas graves de autismo pode representar um fator de desequilíbrio para toda a família. Por isso, todos os envolvidos precisam de atendimento e orientação especializados;
* É fundamental descobrir um meio ou técnica, não importam quais, que possibilitem estabelecer algum tipo de comunicação com o autista;
* Autistas têm dificuldade de lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina;
* Apesar de a tendência atual ser a inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, as limitações que o distúrbio provoca devem ser respeitadas. Há casos em que o melhor é procurar uma instituição que ofereça atendimento mais individualizado;
* Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genealidade.








c







sábado, 19 de abril de 2014

Surdocegueira e DMU

“Se combinam sinais que se relacionam com a funcionalidade do objeto, movimentos do corpo que descrevem a ação desejada, imitações de sinais da criança cuja intencionalidade tem sido comprovada e sinais convencionais de fácil compreensão apoiados pelo contexto em que se produzem”
(Pillar Gómez Viñas,2005)

DMU e Surdocegueira

Deficiência Múltipla compreende pelo conjunto de duas ou mais deficiências associadas, de ordem física, sensorial, mental, emocional, ou de comportamento social. No entanto, não é o somatório dessas alterações que caracterizam a múltipla deficiência, mas sim o nível de desenvolvimento, as possibilidades funcionais, de comunicação, interação social e de aprendizagem que determinam as necessidades educacionais dessas pessoas.”(MEC-2006).
Assim, como não podemos deixar de citar, as pessoas com DMU. Pois apresentam peculiaridades próprias.
A comunicação é de suma importância na aquisição de uma qualidade de vida e as principais vias de acesso a comunicação são a visão e a audição. A perda de uma ou ambas limita a aprendizagem   incidental. Pois através desta a criança faz sua interação com o meio, proporcionando experiências significativas e associações prévias e assim aprendendo. Fator este primordial a aprendizagem. Cabendo assim, ensinar a estas crianças o que os outros aprendem acidentalmente. A falta de comunicação pode ocorrer vários fatores que desencadearão, dificuldades de interação autoagressão, estereotipias, auto estimulação, distúrbios de atenção.
Todo este trabalho desenvolvido junto a criança irá desenvolver uma autonomia para levar uma vida digna. Pra isso se faz necessário a colaboração da família bem como dos profissionais de outros serviços no qual partilhem dos mesmos objetivos. Devendo assim, haver intervenções necessárias para uma aprendizagem satisfatórias.
Compreendendo a importância da comunicação, se faz necessário entender como ela se difere.
*Comunicação receptiva: ocorre quando alguém recebe e processa a informação dada através de outra fonte. Pode ser de outra pessoa, do rádio ou TV, objetos, figuras e uma variedade de outras fontes e formas.
*Comunicação expressiva: requer que o comunicador passe a informação para o outro indivíduo. Pode ser realizada através do uso de objetos, gestos, movimentos corporais, linguagem falada ou escrita, figuras, e muitas outras variações.
Para uma melhor compreensão de todo processo evolutivo da criança, se faz necessário um trabalho em equipe para que essa criança se intere no meio a qual faz parte. Sendo necessário um acompanhamento com o profissional do AEE, profissionais, interação assídua da família, escola e outros se for necessário para um desenvolvimento da criança.
O professor de AEE planeja intervenções a serem realizadas com o aluno na sala de recursos multifuncionais e para o aluno na interlocução com: o professor do ensino comum, com a gestão escolar, com a família.
FORMAS DE COMUNICAÇÃO
Objeto de referência É o uso de objetos que tem a função de
Antecipar e dar referências de uma atividade, pessoa e local(tem
a função de substituir o nome e futuramente a escrita de uma
atividade ou uma ação ou um local ou pessoa). O uso
inicialmente é do objeto concreto com o qual iremos realizar uma
atividade, ou indicar uma pessoa ou referência a um local.
 FORMAS DE COMUNICAÇÃO
Desenho de Contorno São utilizados com a
criança com surdocegueira para iniciar o processo de
simbolização. A professora ou responsável junto com
a criança com surdocegueira realiza o desenho dos
objetos e outros materiais, contornando-os.


 Desenhos Algumas crianças com surdocegueira congênita e
ou com deficiência múltipla conseguem expressar através do
desenho para relatar um fato, um desejo, etc.











 Gesto Natural
Gesto natural para “abaixar” tocando o
corpo da criança junto com sua mão e
fazendo junto com ela o movimento.



Sistema Alfabético
·         Alfabeto tátil
·         Sistema Braille tátil
·         ou leitura
·         Escrita na palma da
·         mão
·         Placas alfabéticas
·         Escrita em tinta
Nota: Esses sistemas só serão utilizados quando a
pessoa com surdocegueira congênita já estiver
alfabetizado
ALFABETO TÁTIL
É realizado de acordo com a sensibilidade tátil da pessoa com surdera
É necessário ser alfabetizado.


         Alfabeto Manual para           Surdocego


Grupo Brasil de apoio Ao Deficiente Sensorial e Múltiplo deficiente.

domingo, 23 de março de 2014

Texto reflexivo sobre PS

Texto reflexivo  sobre PS(pessoa com surdez)

O primeiro esboço de uma possível educação para as pessoas com surdez,ocorreu no fim da Idade Média,pois anteriormente,como já considerava Aristóteles, a linguagem era o que dava ao homem a condição de humano. Sem linguagem, a pessoa era considerada não humana, visto que só por meio da linguagem poderia desenvolver as faculdades intelectuais. Nesse entendimento, as pessoas com surdez eram consideradas como incapazes de gerenciar seus atos.
Já naquela época encontraram vários trabalhos sobre este assunto onde pessoas humanas afirmavam que  ,sim era possível  estas pessoas aprenderem a ler e a escreva ,porém de forma diferente da habitual. Seria necessário encontrar meios e caminhos que possibilitassem esta integração. Vários países desenvolveram trabalhos para compreensão das PS, ao mundo em que conviviam.
E possível percebermos os avanços existentes nas discussões e ações educacionais em favor da educação das pessoas com surdez. Porém, nos últimos anos em várias partes do mundo ,iniciativas radicais e extremistas, ora centrado numa filosofia ora em outra, tem prejudicado o avanço natural e crescente do processo educacional desses cidadãos.
A Educação das pessoas com surdez, no Brasil ,reporta-nos á fundação do Instituto Nacional de Educação de Surdos,  no Rio de Janeiro, criada com o apoio de D. Pedro  II em 1857.Pressupõe-se que todo  o trabalho educacional desse Instituto tenha iniciado com a combinação do método oral e da Lingua de Sinais, visto que os antecedentes curriculares dos surdo francês Eduard Huet, um dos primeiros colaboradores desse Instituto, tinha a influência de Clere, conforme assinala (Rocha,1997).
Ao longo de todo processo vários experimentos foram feitos, estudos ,buscas de novos conhecimentos para compreender o trabalho a ser realizado junto as pessoas com surdez. Em tempos atuais percebemos o avanço dado a esta questão, necessitando aprimorar muitos fatores relevantes que fazem a integração destas pessoas ao meio social.     
A nova politica de educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária ,certamente, não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais. Por mais que as politicas estejam já definidas, muitas questões e desafios ainda estão para ser discutidos ,muitas propostas, principalmente no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases epistemológicas precisam ficar mais claras, para assim as práticas de ensino  e aprendizagem na escola comum pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a educação de pessoas com surdez. Acreditam muito na nova Política Nacional de Educação Especial, numa perspectiva inclusiva. A intenção é interpretar a pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno, como ser humano capaz de aprender. Apesar da surdez não o impede de aprender assim como os  outros alunos. Os processos perceptivos ,linguísticos e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimuladas e desenvolvidas, tornando-os sujeitos capazes e produtivos  e constituídos de várias linguagens. Em busca de toda compreensão se torna legítimo a construção do AEE. para pessoa com surdez, pois tem como função organizar o trabalho complementar para a classe comum, com vistas à autonomia social, afetiva ,cognitiva e linguística da pessoa com surdez na escola e fora dela.Considera a obrigatoriedade dos dispositivos legais que determinam o direito de uma educação bilíngue,em que libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas de instrução no desenvolvimento d todo o processo educativo.

Bibliográfia:
Educação Escolar da Pessoa com surdez:uma rápida contextualização histórica.Mirene Ferreira Macedo  Damázio.
A proposta bilíngue de Educação do Surdo.Lorena Kozlowski




 Texto reflexivo  sobre PS(pessoa com surdez)

O primeiro esboço de uma possível educação para as pessoas com surdez,ocorreu no fim da Idade Média,pois anteriormente,como já considerava Aristóteles, a linguagem era o que dava ao homem a condição de humano. Sem linguagem, a pessoa era considerada não humana, visto que só por meio da linguagem poderia desenvolver as faculdades intelectuais. Nesse entendimento, as pessoas com surdez eram consideradas como incapazes de gerenciar seus atos.
Já naquela época encontraram vários trabalhos sobre este assunto onde pessoas humanas afirmavam que  ,sim era possível  estas pessoas aprenderem a ler e a escreva ,porém de forma diferente da habitual. Seria necessário encontrar meios e caminhos que possibilitassem esta integração. Vários países desenvolveram trabalhos para compreensão das PS, ao mundo em que conviviam.
E possível percebermos os avanços existentes nas discussões e ações educacionais em favor da educação das pessoas com surdez. Porém, nos últimos anos em várias partes do mundo ,iniciativas radicais e extremistas, ora centrado numa filosofia ora em outra, tem prejudicado o avanço natural e crescente do processo educacional desses cidadãos.
A Educação das pessoas com surdez, no Brasil ,reporta-nos á fundação do Instituto Nacional de Educação de Surdos,  no Rio de Janeiro, criada com o apoio de D. Pedro  II em 1857.Pressupõe-se que todo  o trabalho educacional desse Instituto tenha iniciado com a combinação do método oral e da Lingua de Sinais, visto que os antecedentes curriculares dos surdo francês Eduard Huet, um dos primeiros colaboradores desse Instituto, tinha a influência de Clere, conforme assinala (Rocha,1997).
Ao longo de todo processo vários experimentos foram feitos, estudos ,buscas de novos conhecimentos para compreender o trabalho a ser realizado junto as pessoas com surdez. Em tempos atuais percebemos o avanço dado a esta questão, necessitando aprimorar muitos fatores relevantes que fazem a integração destas pessoas ao meio social.     
A nova politica de educação no Brasil vem tecendo fios direcionais que possibilitam superar uma visão centrada de homem, sociedade, cultura e linguagem de forma fragmentária ,certamente, não só neste momento histórico como um modismo, mas que se consolidará numa perspectiva de inclusão de todos, com especial destaque para as pessoas com deficiência. Neste ponto, uma nova política de Educação Especial na perspectiva inclusiva, principalmente para pessoas com surdez, tem se tornado promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais. Por mais que as politicas estejam já definidas, muitas questões e desafios ainda estão para ser discutidos ,muitas propostas, principalmente no espaço escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases epistemológicas precisam ficar mais claras, para assim as práticas de ensino  e aprendizagem na escola comum pública e também privada apresentem caminhos consistentes e produtivos para a educação de pessoas com surdez. Acreditam muito na nova Política Nacional de Educação Especial, numa perspectiva inclusiva. A intenção é interpretar a pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno, como ser humano capaz de aprender. Apesar da surdez não o impede de aprender assim como os  outros alunos. Os processos perceptivos ,linguísticos e cognitivos das pessoas com surdez poderão ser estimuladas e desenvolvidas, tornando-os sujeitos capazes e produtivos  e constituídos de várias linguagens. Em busca de toda compreensão se torna legítimo a construção do AEE. para pessoa com surdez, pois tem como função organizar o trabalho complementar para a classe comum, com vistas à autonomia social, afetiva ,cognitiva e linguística da pessoa com surdez na escola e fora dela.Considera a obrigatoriedade dos dispositivos legais que determinam o direito de uma educação bilíngue,em que libras e Língua Portuguesa escrita constituem línguas de instrução no desenvolvimento d todo o processo educativo.

Bibliográfia:
Educação Escolar da Pessoa com surdez:uma rápida contextualização histórica.Mirene Ferreira Macedo  Damázio.
A proposta bilíngue de Educação do Surdo.Lorena Kozlowski




terça-feira, 22 de outubro de 2013

Sugestões de atividades lúdicas com crianças com DI

Sugestões de atividades lúdicas com crianças com DI 




 Toda criança necessita brincar. Pois brincar é um momento indispensável saúde física, emocional e intelectual da criança. O brinquedo e os jogos infantis ocupam uma função importante no desenvolvimento, pois são as principais atividades da criança durante a infância. Com a criança deficiente intelectual não é diferente. Embora apresente atrasos em seu desenvolvimento cognitivo e motor, também necessita de atividades lúdicas no seu dia a dia. Talvez até mais do que as outras crianças, por necessitar de muito mais estímulos para desenvolver suas habilidades cognitivas, motoras e sensoriais. Os jogos e brincadeiras para as crianças com deficiência intelectual constituem atividades primárias que trazem grandes benefícios do ponto de vista físico, intelectual e social. De acordo com VYGOTSKY(1998), a arte de brincar pode ajudar a criança com necessidades educativas especiais a desenvolver-se, a comunicar-se com os que a cercam e consigo mesma. Através dos jogos e brincadeiras a criança com deficiência intelectual pode desenvolver a imaginação, a confiança, a auto-estima, o auto-controle e a cooperação. Os jogos e brincadeiras proporcionam o aprender fazendo, o desenvolvimento da linguagem, o senso de companheirismo e a criatividade. Considera-se o jogo como exercício e preparação para a vida adulta. Acriança aprende brincando e assim desenvolve suas potencialidades, pois é um serem desenvolvimento, e cada ato seu, transforma-se em conquistas e motivação. Educar através do lúdico contribui e influencia na formação da criança e do adolescente com deficiência intelectual, favorecendo um crescimento sadio, pois possibilita o exercício da concentração, da atenção e da produção do conhecimento;promovendo ainda, a integração e a inclusão social. Desse modo a criança deficiente intelectual, com a ajuda do brinquedo, terá a possibilidade de relacionar-se melhor com a sociedade na qual ela convive, já que o  brinquedo busca o desenvolvimento cognitivo e oportunidades de crescimento e amadurecimento. Também através do jogo comprova-se a importância dos intercâmbios afetivos e interpessoais das crianças entre elas mesmas ou com os adultos (pais e professores)







































cartões  acabarem .Quando terminarem os cartões as crianças observam o tempo e identificam quais os desenhos que correspondem ao real.